Nos mercados emergentes como a China, a Rússia ou a Índia, o consumo de vinhos mais baratos aumentará, e mesmo com crescimento da instrução do consumidor, não se poderá falar de introduzir vinhos de qualidade nas mesmas proporções: a quantidade será a premissa fundamental.
De acordo com os dados do estudo, enquanto os mercados tradicionais, como Inglaterra, certos países europeus e Estados Unidos vão continuar adquirindo vinhos de qualidade, porém em menor quantidade, e poderão até comprar vinhos mais baratos. Quer em um caso como no outro, existe um denominador comum que os produtores não devem ignorar que é a noção de que os consumidores buscarão um vinho com marca, o que levanta a questão sobre o futuro do vinho a granel.
A pesquisa também diz que haverá algumas modificações, porém os três principais produtores mundiais de vinho continuarão sendo França, Itália e Espanha.
Segundo o artigo, não é preciso se preocupar muito com o impacto econômico que a crise mundial pode ter sobre o mercado do vinho, e também diz que os produtores que têm uma gama de vinhos de todas as qualidades e os preços serão os mais afortunados.
CHEERS!!
Fonte: Revista Adega
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