
Começando a degustação, foram apresentadas as estrelas da noite, na seguinte ordem:
- Baron de Chirel Reserva 2002, o vinho top da famosa vinícola Marques de Riscal, na região de Rioja.
- Prado Rey Elite 2001, o top da vinícola Parado Rey, em Rueda.
- Todonia Gran Reserva 1987 (Rioja)
- Dalman 2000 (Rioja)
- Alion 2003 (Ribeira Del Duero)
- Áster 2000 (Ribeira Del Duero)
- Rioja Alta 1870 Gran Reserva 1995
- Aalto 2005
Todos os vinhos eram sensacionais, impressionantemente diferentes, mesmo tendo como base, em sua maioria a Tempranillo. Mas os modos de vinificação, as regiões, os anos e outros tantos fatores os tornavam únicos e diferentes.
Não vou aqui falar de todos, pois ficará muito extenso, mas queria destacar alguns pontos que me chamaram a atenção:
Primeiramente a diferença de estilos que ficou muito clara: Os “modernos” Baron de Chirel, Dalman, Alion e Aalto com uma madeira mais predominante, mais frutados e muitos deles mais alcoólicos, que se opõe no estilo aos demais “tradicionais” da degustação.
Depois, a impressionante longevidade do Todonia 1987, um vinho maior de idade, com 21 anos e em perfeito estado de aroma, sabor e cor. Impressionante!
E por último, como disse acima, como uma mesma uva, que era a base de todos – Tempranillo – pode dar vinhos tão diferentes, de corpos, cores, aromas e sabores tão distintos e únicos.
Acho que pelos vinhos que foram degustados e juntando também com o último tema da confraria que fizemos (Post “Gigantes Espanhóis”, abaixo) dá realmente para acreditar que a Espanha está caminhando a passos largos para ser o maior produtor de vinhos do mundo, não só pela área que já tem de plantações (Já é a maior do mundo em áera), mas também pela qualidade de seus líquidos. Claro que ainda precisa de muito para desbancar alguns ícones de Bordeaux e Borgonha, bem como Brunellos e Barolos. Mas eles já estão se aproximando.
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