
Inicialmente, havia bloqueio até 15 de dezembro. Depois os produtores conseguiram antecipar a liberação para a terceira quinta-feira de novembro. Hoje, para fazer o vinho chegar a todos os pontos de venda no dia certo, há quase uma operação de guerra. Aqui, por exemplo, boa parte das garrafas vem de avião. Isso eleva o preço do produto - mas garante a festa. Ele é o primeiro tinto da safra, que na Europa começa geralmente em meados de agosto. Enquanto os outros vinhos recém-saídos da fase de fermentação ainda descansam na paz das caves, o Beaujolais, elaborado com a uva Gamay, é produzido rapidamente e chega ao mercado com muito barulho no primeiro minuto da terceira quinta-feira de novembro
A região que fica no sul da França produz anualmente 60 milhões de garrafas deste vinho jovem, esperado com alegria nos bistrôs de Paris e enviado a mais de 150 países. O Brasil tem se mostrado um bom consumidor. No ano passado, importou 350 mil garrafas, correspondendo a quase um milhão de dólares. A produção do Nouveau representa cerca de 1/3 do que as vinícolas oferecem na região, incluindo os 2/3 restantes garrafas de Beaujolais Villages e de crus.
É um vinho alegre, jovial, extremamente frutado, que combina maravilhosamente bem com pratos leves, frios, embutidos e refeições rápidas. Quem nunca ouviu alguém falar que ele tem um aroma forte de banana?
Um comentário:
é realmente delicioso os vinhos de Beaujolais, porém vale aqui citar que no Brasil temos um vinho feito pela vinicola Miolo e que representa um pouco do início de safra no Brasil.
Trata-se do Miolo Gamay cultivado no vale dos vinhedos, vinho leve e que deve ser servido um pouco mais gelado 12°C. Importante lembrar que no Brasil ele começa a ser distribuído em meados do mês de março e deve ser provado ainda jovem.
Bom, agora nos resta esperar a chegada dos Beaujolais e do Miolo Gamay a quem também recomendo provar todo inicio de ano.
salud
Edson Mauricio
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