

Como ninguém tinha um espanhol branco, o Dado optou por levar um belo Pêra Manca, um português que é mais conhecido pelo seu tinto, mas que faz um branco igualmente delicioso. E o vinho caiu muito bem com os famosos “tapas” espanhóis que pedimos para abrir o apetite.
Para o prato principal, todos, com exceção da minha pessoa, foram de cordeiro - Eu fui de Filet Mignon. Pelo que disseram estava delicioso e foi uma harmonização perfeita com os vinhos.
Mas que vinhos eram estes? Nada mais, nada menos que um La Nieta 2005 e um Aalto PS 2004. Estes vinhos já chegaram a ganhar em uma degustação às cegas do famoso Chateau Margaux e de outros grandes vinhos!!
O que dizer sobre os vinhos? Realmente fica difícil. O La Nieta estava sensacional! Um vinho encorpado, mas equilibrado e redondo. Álcool na medida certa, madeira sem excessos e um potencial para envelhecimento muito grande. Um vinho realmente surpreendente, principalmente porque eu não conhecia.
Já o Aalto PS já é mais conhecido, mas não por isto inferior em sua qualidade. Apesar do álcool muito presente, ele evoluiu no decanter e principalmente na taça, o que fez com que ele parecesse menos alcoólico do que ele realmente é. É daqueles vinhos que enche a boca, que ocupa todos os sentidos gustativos de uma forma impressionante. Ao final, a pergunta que sempre rola: Qual foi o melhor? E desta vez não tivemos uma unanimidade...
E agora, depois da Espanha, resta o grande evento do ano, que finalizará este primeiro ano da confraria: Uma vertical de Tignanello, com um jantar feito por Massimo Ferrari. Tá bom ou querem mais?
Se eu sobreviver a este dia (21.11), terei muita coisa para contar...
O que dizer sobre os vinhos? Realmente fica difícil. O La Nieta estava sensacional! Um vinho encorpado, mas equilibrado e redondo. Álcool na medida certa, madeira sem excessos e um potencial para envelhecimento muito grande. Um vinho realmente surpreendente, principalmente porque eu não conhecia.
Já o Aalto PS já é mais conhecido, mas não por isto inferior em sua qualidade. Apesar do álcool muito presente, ele evoluiu no decanter e principalmente na taça, o que fez com que ele parecesse menos alcoólico do que ele realmente é. É daqueles vinhos que enche a boca, que ocupa todos os sentidos gustativos de uma forma impressionante. Ao final, a pergunta que sempre rola: Qual foi o melhor? E desta vez não tivemos uma unanimidade...
E agora, depois da Espanha, resta o grande evento do ano, que finalizará este primeiro ano da confraria: Uma vertical de Tignanello, com um jantar feito por Massimo Ferrari. Tá bom ou querem mais?
Se eu sobreviver a este dia (21.11), terei muita coisa para contar...
2 comentários:
estarei pronto para o dia 21, pois a tal reunião com os argentinos que poderia acontecer no dia 22 eu consegui empurrar para dia 28. o Massimo e os Vignanellos que nos esperem!
JP
Eu, apreciador de vinhos brancos, lembrei-me de um que poderia ter sido levado ao Eñe: o famoso alvariño espanhol (parente do alvarinho portuga) -- jovem, leve e que, bem gelado, cai muito bem com frutos do mar. É oriundo das rias baixas da costa atlântica da Espanha, da Galícia, cuja capital é Ponte Vedra, cidade de onde tb. provém o notável "figaro" Ramirez.
O alvariño talvez não tenha a nobreza (um tanto quanto ganha através do "merchandizing"), mas é sem dúvida um excelente companheiro do verão.
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