
O estudo caracterizou física, química e sensorialmente 13 espécies de bosque nativo. As conclusões dizem que as espécies que teriam um maior potencial para a utilização na indústria vinícola são o carvalho chileno (Roble Chileno), Quillay, Raulí, Avellano, Laurel e Ulmo. Os pesquisadores constataram que a composição tanto química como física das diferentes espécies de madeiras nativas tem conteúdo similar de polifenóis e taninos ao das madeiras de uso tradicional (carvalho americano e francês).
Os vinhos que passaram pelo teste, segundo a FIA, conseguiram boa aceitação por parte do painel de degustadores.
CHEERS!!
Fonte: Fundación para la Innovación Agraria (FIA)
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